O copo se quebrou com o vento que bateu e assustou seu cabelo que manchou o azul do mar…
Era uma orquestra que tocava em notas azuis e melosas. Era uma engenhoca que poderia se quebrar no próximo minuto, mas que cria risos soltos e profundos enquanto se vive. Havia uma esperança de ver o sol se pôr no horizonte, mas que virava uma dúvida com a chuva que prometia e nunca chegava.
Um beijo desconexo, um mergulho no mar para desafiar os perigos informados. Um vento que trazia a paz de um alívio temporário. Era o prato inflacionado e vencido. Era a bebida que se compartilhava sem medo. Uma vista qualquer e uma oferta para algo intangível.
Era o fim esperado – Um pôr do sol que ele dormiu porque estava tão enfadado por não conseguir entender os seus olhares…
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