Alívio por um lado, angústia de outro. O pêndulo interminável das questões que povoam a mente…

Antes de dormir um sorriso, uma aflição latente. Um desespero alegre, uma risada triste. A infinita guerra de definições se perde pelo devaneio vivido. É o medo do novo em um antigo local. É o risco que se corre por se viver por aí. É aquela máxima de não se acomodar, mas que urge para um novo mundo, onde os questionamentos e inseguranças são mais presentes do que desejados. A busca de um ritmo que se encaixe na velocidade que as palavras copulam o papel amassado pelo desespero do passado. É não entender o futuro, mas enfrentar sem saber o inimigo. Uma luta invisível que teve a vitória do alívio antes, mas agora as dúvidas dominam o combate. Sem entender as perguntas a se fazer ou até o idioma que falar, o suor brota no rosto ao acordar no susto com um grito de “Você precisa ir. Agora!”.