Um jeito novo de contar, uma maneira nova de sorrir, uma velha escola e um novo começo. O pontapé de algo que não teve sinal para iniciar…
É um enredo desconhecido, mas que se sabe a razão. Uma parábola inerte em meio a um devaneio de insanas coincidências. Uma fuga orquestrada que faz o som do mar ser reconfortante. Uma luta que a derrota sorriu como melhor caminho. A solidão intensificada, multiplicada por um tanto além do bom senso, mas mesmo assim tendo uma saudação no fim da quadra de pedra.
É a insanidade que brinca com as possibilidades. Uma nota só de desespero que pinta a esperança no horizonte ainda trêmulo. São toques e sons inaudíveis, mas que sopram o medo e a vitória. Eles andam de mãos dadas e cantam numa voz trêmula e embriagada uma porção de hinos engraçados… Eles se revezam em te olhar e por isso que é engraçado no final do refrão…
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