Era o verão castigando a pele dourada. Era o calor necessário daquela época tão aguardada…
Era o sol nascendo cedo e brindando duas histórias distintas. A esperança de um dia novo e planos mirabolantes, com o final da noite com palavras enroladas e sorrisos inexplicáveis de histórias malcriadas. Era a temporada de música alta, de ritmos diferentes e swing duvidoso.
Era o verão responsável pelas melhores histórias e melhores sorrisos daquele caminho. Era a temporada de loucuras controladas e amnésias assustadoramente aceitáveis. Do inchaço alcoólico permanente e o adeus das dietas dolorosas do inverno.
Era época de curtir sem culpa e até esquecer do amanhã. Era época de felicidade extrema e temporária, de novas histórias curtas – tão curtas que teriam apenas um final, sem nenhum motivo de existir depois…
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