A dor cresce no peito sempre com um motivo diferente. A torcida é para que não seja nada real…
As conversas de botequim agora são de doenças. Uma competição silenciosa e uma consulta médica gratuita por conta da experiência vivida. Pontos inumerados, diferenças anotadas e possíveis resultados e conclusões precipitadas.
A pressão se concentra, quase explode em milésimos de segundos. O estômago sente o peso da vida real. O pudor some e o colesterol agradece silencioso o espaço conquistado.
Clichês e pleonasmos tomam conta das risadas abafadas por mais um trago, um gole, uma porção ou mais uma perdição. Os abraços despedem e, na volta silenciosa para casa, há aquele momento que as informações começam a entrar na mente e os sintomas mentais aparecem.
Junto do álcool, a promessa vazia da necessidade. Daí, para o sono que deveria ser pesado, é um passo. Mas, a dor no peito é real e volta pesada. A insônia reaparece, a boca seca no meio da noite e o sono se vai, junto com os cabelos que foram fartos um dia…
Conte-me algo aqui...