Ela olhou para um pedaço de caminho desbotado. Quis juntar os cacos que foram deixados por ali…

Acabou se cortando nas tentativas e com as rimas postas na parte mortal. O desenho que se coloriu ao longe, intensificou-se para um atalho de ilusões elétricas. Um percevejo com opções limitadas e um colarinho mal-acabado. Era este o recheio de uma mochila ao pé do sofá.

Craques e onomatopeias de uma conversa de verão em línguas diferentes. O zumbido agudo da liberdade foi confundido com o mosquito da morte, e glorificaram a sua morte. Escorremos do ditado que tinha todos os nossos segredos e perdemos para sempre a razão do nosso sonhar…