Toxina que arde as propagações do frio externo. Ruído do atrito perdido da risada que machucou o inverso…

Aquela simples safadeza controlada de um desejo muito tempo adormecido. A malícia em um centro qualquer, transbordando o que nunca foi imaginado. Perdendo o julgamento de certo e errado, guiando apenas para um calabouço sem fim e de acusações futuras em um mútuo tratado silencioso.

Ela se despiu no carro em movimento, fez os freios se alternarem e a ignição falhar. Uma combustão nova percorreu o ambiente naquela tarde, começo de noite. Ela ria no fim e desenhou nuvens em um céu fechado, mas que simbolizavam o verão dos pecados. Ela queria mais…