Ela pintava seus lábios sempre com a cor forte do pecado e sorria por pensar qual pecado ela iria cometer na solidão…
Ela regulava seus desejos internos tão bem quanto o lírio desfocado das pétalas do inverno. Ela era quente quando o pulso ardia de falta. Ela trazia esperança quando as nuvens encobriam o firmamento. Ela cantarolava composições próprias quando o silêncio era rompido pela embriaguez. Ela era atenção mesmo quando os alarmes soavam longe dali…
Ela era a luz de uma cidade simpática. Ela era o pueril que nunca definimos. Ela era o anjo despedaçado por fortes tormentas. Ela era o pecado em si, mesmo quando apenas queria amar e ser correspondida…
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