Contou as novidades antigas, as novidades aquém-mundo, o que todos já sabiam e o que não se realizou…
Os olhares talvez julgaram algo que poderia acontecer. As mãos não se tocariam jamais por vergonha ou por simples equação matemática. Nadando contra uma tormenta de dúvidas ou simplesmente triste pelo acontecido do dia anterior.
Despertado ou sonolento. Morrendo ou Existindo. Particípio passado ou o gerúndio da vida. Tudo ali parece mostrar o mesmo significado sem cor. Eu nem lembro de esquecer o que passou e muito menos o que talvez deveria ter feito… E sobram mais lembranças do frio.
Quatro horas foi o nosso primeiro tempo. Quando será o segundo? E será que alguma coisa terá mudado nos olhares, nas risadas e na silenciosa troca de gestos com atrito corporal intenso?
Continuo com a mesma música na cabeça que não tive coragem de cantar e as palavras que não tiveram força para sair…
20/06/2020 at 11:37
Sempre fico imaginando se isso aconteceu ontem ou muito tempo atrás…
24/06/2020 at 16:15
É EXATAMENTE essa a graça. É EXATAMENTE esse o objetivo! 🙂