Author Matheus Monteiro

E não existe o Era uma vez…

Se fosse escrever sobre como se apaixonou, começaria errado. Se fosse falar como terminou, terminaria errado…

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Um gosto carioca nas manhãs de lembrança…

Às vezes lembro do nosso último beijo. Não sabíamos que este seria o beijo que selaria nosso fim de uma maneira tão comum ou desavisada…

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Os olhos digitam o que os dedos enxergam…

Sombras e trevas mesclando com perfeição um verão intenso. Bom, ruim, certo e errado em perfeita conjectura com Júpiter transformando tudo em estrelas e luas…

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Um dia teríamos nossas ilhas diferentes…

Algumas noites seu perfume vem me relembrar de tudo o que passamos…

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Épocas destrutivas

Existem épocas em nossas vidas em que somos destrutivos. Destrutivos no sentido de que TUDO em que colocamos a nossa força ou vontade se destrói…

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O significado da saudade…

Existe um momento em que a vida pede uma passagem diferente. Longe de alterar os rumos do vento, de cruzar caminhos diferentes ou alterar valores que achávamos serem perpétuos…

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Não existe a primavera sem um outono…

Não gosto mais de sorrir sem sentido, nem vejo graça em abraços nos (des)conhecidos que não sabem da minha vida…

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Precisei abstrair para você reaparecer…

Como uma nebulosa densa de indecifráveis caminhos, perambulante pêndulo que sempre tenta desenhar uma escapada redundante e cíclica…

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Quando o futuro incendeia o presente…

Tudo começou igual àquela manhã. O café amargo, os exercícios de sempre, o fluxo de pessoas aumentando e diminuindo no metrô, e o sol judiando dos passos sem pedir licença…

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