Vivendo pelos pertences jogados na estrada do viver, as migalhas de sentimentos são os alimentos…
Foi um vidro que caiu na marola dos pensamentos e se dobrou no envelope no fim do corredor…
Tenho uma forte reação ao acordar. Lembrando das vezes que fui embora para evitar que o pior acontecesse…
O copo se quebrou com o vento que bateu e assustou seu cabelo que manchou o azul do mar…
O suor em seu pescoço era a certeza que ele tinha que faria tudo para mantê-la em seus braços. Até matar…
Com uma marca que nunca mais sairá do corpo eu sigo meu calabouço mental por tua culpa…
É sem culpa ou um propósito. É apenas uma questão de lugar e oportunidade. Um conjunto de sons e ritmos que te guiam para o caminho…
Culpo-me por não guardar um perfume. Busco ao redor meteórico uma razão. Solto ironias para aliviar uma possível tormenta sentimental…
Trabalhado o olhar correto em um momento inusitado, com todas as imperfeições características e um clima impossível de se notar…