O vento me despertou e disse para me apressar porque hoje eu encontraria o amor…
É o devaneio de mais um copo solitário naquele lugar tão impessoal e degradável como a minha vida…
Ele ergueu a mão e pediu outra dose. Era o afago de uma alma condenada aos pensamentos perversos…
É sobre um peso que se sente, mas quase não se nota. É sobre o cansaço de ouvir sempre a mesma voz…
São partes que se conectam porque foram construídas juntas. São os traços que carregamos na sua origem e maior intensidade…
E volta o calor no rosto e a suavidade intensa de um tato que suplica por mais força e energia…
Mesmo as maiores seguranças têm suas falhas e acabam criando sofrimento premeditado…
Você disse que não valeria a pena o resultado final e nem a possibilidade de lembrar de você assim…
Tentar encontrar a linha que larguei tanto tempo atrás por pensar diferente…