Daquele momento que parti, o céu estava pontilhado de estrelas adormecidas e que foram as minhas maiores testemunhas…
A dor cresce no peito sempre com um motivo diferente. A torcida é para que não seja nada real…
É uma sensação de fragilidade com um misto de fuga abstrata de uma mentira que há tempos não gera nenhuma novidade…
Os traços carregados sempre contam uma história antiga, talvez uma cantiga ou uma mentira dos tempos dourados…
Desligo o telefone que cisma em gritar palavras que eu deveria esquecer ou simplesmente desaparecer dessa estrada que chamo de vida…
Ainda busco um lugar que o sol brilhe no ritmo necessário. Onde reencontre o brilho do meu sorriso perdido…
Mesmo sendo difícil de admitir, a verdade é que te odeio agora. Por tudo o que você me fez passar…
Foi bom te ver nem que tenha sido por uma foto. Estática, cortada e sem destaque…
E colorindo a escuridão com traços escuros de tonalidades diferentes eu vou indo…