Foi com toques de uma maciez marcante, um sal com nuance doce, um pêndulo parado por conta de uma respiração. Foi um pesadelo de amor de algo que nunca aconteceu…
Sua suavidade me assusta, a calmaria plena do olhar. O instante perdido inédito e a reprise dos momentos vividos pela vivência…
Quis fugir e gritar uma agonia latente. Uma vontade de recomeçar que se perde nas entrelinhas da conversa…
Em horas de calor e álcool as promessas se intensificaram. Não eram apenas juras sacramentadas, era um início de amor…
Doce melodia tão difícil de cantar. Flashes de memória que transcrevem os momentos que o rádio cantou, em uníssono, o orvalho do anoitecer…
Eu penso em suavizar as nossas extremidades, em tecer um comentário tenro que te faça suspirar com um sorriso matinal…
E enquanto sonhamos com o lindo sol de verão, temos o longo inverno de companheiro fiel…
Um grito perdido, um vale imundo e uma coleção sem peças suficientes. Foi ditado perdido como se não valesse nada mais…
O sorriso sincero contagia um substantivo fazendo-o verbo. De ação ou emoção, um verbo transcrito…