Sempre quis mais do mesmo, preferi do fim ao começo. As jangadas de emoção distantes ao som do mar fumegante. O princípio do consulado correto, príncipe de copas no carteado…
Deste que teve todos os ingredientes possíveis, não teve realidade. Mas se é sonho, tem que ter a fantasia…
E ela começou a se perder nas linhas que desenhou, para tentar fugir da inevitável rede de intrigas e falsidade que criou…
Era sua cidade natal e, mesmo que tudo tivesse mudando e muita coisa fosse diferente, ainda era sua cidade…
Uma rosa gelada na multidão. Um esbarrão que inicia uma conjugação diferente em forma literária desconhecida…
Planos desfeitos em um papel ruído pela desilusão. Fugas benditas por conta de uma péssima recepção de ideias e tristes afagos…
Como um balanço de estoque oferecemos e vendemos nossas energias e acúmulos gerais, para nos completarmos…
Pétalas ao vento de almaço. Ferro ardente polar. Simplificando o complexo de mitos transcendentais…
Eu me assustei com a pergunta, pois nunca imaginei que alguém pudesse sentir-se “inveja” da minha vida. Mas sei que isso tudo parte de um pressuposto absurdo…