Poderia ser aquela simples indagação de “se todos gostassem do verde, o que seria do azul?”
É uma concha de mentiras que transborda para o inevitável fim…
Ela me dizia que a maneira que conectava músicas aos acontecimentos era maravilhosa, mas seria o meu fim…
E passamos tanto tempo em criar um mundo de possibilidades que esquecemos de calibrar as nossas expectativas…
A realidade é contada e ganha um livro aberto em minha cabeça com diálogos e ações…
Um mês onde as traições afloram, as discussões ganham capítulos extras e as desilusões caminham por aqui…
Folheio as páginas despedaçadas pelas lágrimas, pelos gritos e pela tristeza de um coração que tentava mostrar vida…
A voz que sai da caixa já é desconhecida para mim. O ritmo se foi, o jeito de cantar e encantar está adormecida em algum lugar da minha vida passada…
Chorou seus últimos suspiros, seu último fito, sua última gota branca de esperança, seu último pulo em busca da solução…