É como um verso popular que não tem fim. É algo que fica na mente sem pensar em sentidos e direções…
Com amor senti em minhas veias fluírem lembranças. Com saudade vi meus olhos lagrimejarem cenas antigas…
A culpa nunca foi dos sons externos, mas da insônia companheira de dúvidas e aflições…
A cada nova publicação ou vídeo postado, mais aumentava sua vontade e admiração pelo seu “paquera”…
É sempre confuso sonhar com você, porque por mais que os ambientes mudem a sua atitude sempre se mantém…
Estou à deriva e nas profundezas da escuridão do mar onde desejamos a vida longa fora da realidade…
Poderia ser aquela simples indagação de “se todos gostassem do verde, o que seria do azul?”
É uma concha de mentiras que transborda para o inevitável fim…
Ela me dizia que a maneira que conectava músicas aos acontecimentos era maravilhosa, mas seria o meu fim…