Tag Poesia

Um refrão com duas vozes distintas…

Um jeito novo de contar, uma maneira nova de sorrir, uma velha escola e um novo começo. O pontapé de algo que não teve sinal para iniciar…

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Criptografando os destinos…

Os tempos estão mudando, com o sol se escondendo na vergonha, a lua com uma timidez acentuada e os ventos gelados no verão…

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Uma pergunta solta…

Toda dor é um sinônimo fraco para um antônimo forte. Toda dor é calculada, fria e onipresente. Ela está ali, sempre ali…

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Um risco de atividade…

Tinha um envelope na mão, cheio de ilusões e postado com um destino improvável. Improvável de vestimentas, de cheiros, de lugares ou de reviravoltas…

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O sereno da manhã quente…

Deste rabisco sem início surge uma nova epopeia. Das letras tensas e tremidas é composta uma nova canção…

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Uma estrada biográfica…

Guiando pela noite, batidas desconexas de algo não muito fechado. O som, que é sempre aleatório, brinca com suas lembranças novas…

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Um pesadelo de amor…

Foi com toques de uma maciez marcante, um sal com nuance doce, um pêndulo parado por conta de uma respiração. Foi um pesadelo de amor de algo que nunca aconteceu…

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Retratos de um instante…

Um grito perdido, um vale imundo e uma coleção sem peças suficientes. Foi ditado perdido como se não valesse nada mais…

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De um lugar que nunca para…

O sorriso sincero contagia um substantivo fazendo-o verbo. De ação ou emoção, um verbo transcrito…

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