Eu dei por mim no momento da abertura de porta. Parecia algo que nunca havia sonhado – uma mão entrelaçada, um sorriso postado e uma vontade enorme de ser feliz…
Os corpos dos dois se desvencilharam. A voz dela era baixa demais e ele nunca entendia se ela estava sendo superficial ou realista com a situação toda…
O relógio marcava 3h45 da manhã e ela servia a última dose de vodca com suco de uva enquanto me beijava leve e plena…
Ela se levantou e foi ao banheiro pela primeira vez. Eu fiquei ali, sozinho na mesa e avesso a tudo que estava ao redor…
É complicado escrever sobre um beijo que se espera, um abraço que se sonha, um sorriso que se guarda…