É como se suas garras fossem hipnotizantes, capazes de unir histórias mal contadas em contos de amor…
É o momento de imaginar nossas almas entrelaçadas em um maremoto complexo e infinito. Após o caos e o susto, seríamos uma tela onde o horizonte se dissolveria em um turbilhão de emoções: o mar, revolto e tingido pelo quase carmesim do sangue, se agitaria em perfeita desordem, trazendo um novo e potente significado aos nossos corpos, tão inquietos quanto as ondas.
As ondas incandescentes, salpicadas pelo crepúsculo, parecem narrar uma história antiga, onde o caos e a beleza se entrelaçam em um balé trágico e sublime. No coração desse tumulto repousa uma única frase – como se o próprio oceano sussurrasse segredos –, encontrada entre o estilhaçar das ondas.
Aquela frase, escrita com a efervescência de um sentimento proibido, flutua, brilhando intensamente contra o fundo de um mar que mescla o vermelho ardente ao azul profundo. Ela evoca tanto a fúria quanto a ternura da natureza, tanto o mais profundo rancor quanto a pureza e a potência do amor. Pois, no meio do caos, é sempre possível encontrar vestígios de poesia.
Conte-me algo aqui...