Síndromes atacam os ferozes sentimentos humanos. Cordões tentam guiar almas pelo atlas do mundo…

Rabiscos adolescentes se transformando em verdades logo cedo. Filosofias vendidas por acaso no centro da sociedade. Toques, protocolos e drogas preenchendo os ingredientes esquecidos nas sarjetas da avenida. Propagandas paradisíacas sem promessa de realidade. Vida, rotina, falta de inspiração, automático… despertador.

Alguns poetizam seus sentimentos por fuga; outros, por cansaço do mesmo tom de cinza. Mas fica sempre uma ponta de dúvida: até quando a fantasia pode guiar — sem doenças — a mente de um mundo veloz demais para olhar para o lado?

Até quando dura a redundância em um mundo onde as pessoas esqueceram o significado de viver?

Até quando isso aqui vai se chamar vida ou algo que valha?