Category MelancholySickness

Dúvidas de um dia ordinário…

Síndromes atacam os ferozes sentimentos humanos. Cordões tentam guiar almas pelo atlas do mundo…

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O cheiro fez com que perdesse o espetáculo…

Eu me sinto arrependido, acuado, insignificante e indiferente. Triste, amedrontado, envergonhado e prisioneiro…

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E quando construímos errado…

São vidas que dizemos perfeitas. Cheias de vitórias, glamour e conquistas. Mas foram construídas justo antes de a maré encher — e a natureza sempre é implacável…

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Entre a normalidade de promessas…

Joguei os predicados na mala e os fiz pesar com velhas desilusões baratas…

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O que restava daquela negação…

Havia um papel amassado no canto da gaveta. Ele não estava jogado, mas guardado com o descuido proposital de quem queria lembrar…

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É tanta coisa que parece demais…

É como o cheiro que se propaga sem ao menos ser convidado à festa. É a dádiva de um mínimo esforço que se consagra campeão por antecipação…

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É aqui onde nós começamos a perder…

O sangue cobre todo o construído de imagens, poesias, canções e nossos predicados…

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E depois de tudo…

Foram frases jogadas em uma ajuda melancólica. Uma investida de lembranças, mas pareciam lágrimas com sorrisos…

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O que passaria sem as palavras de sempre…

Se esquecêssemos das palavras de antes, também as memórias dos momentos iriam se apagar?

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