Category MelancholySickness

Foi-se como um rebento qualquer…

É como um vento de vidro que sopra para longe do abismo horizontal que se abriu no destino fiel…

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E cometemos nossos piores crimes…

Sem pensar nas consequências enganadoras desta vida, vivemos como ensandecidos e frenéticos…

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Novo cântico para a mesma morte…

Ninguém sabe como é a morte de uma estrela brilhante e nem quais são as últimas notas tocadas…

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Onde as marcas me levaram…

Em qual lugar cheguei com tantas linhas transcritas? Onde finalizei meu último conto para me colocar como personagem de uma história?

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Uma razão encontrada no mar…

Eu sinto o cheiro de sangue ao redor dessa sala. É como o combustível ideal para que ela exploda e me leve novamente para um início que eu nunca saí…

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Quando o livre vem acompanhado de deveres…

Foi de uma festa com ritmo constante. Foi de maneira que todos se completavam de uma só vez. Foi o tão aguardado princípio do meio afim…

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Já não consigo ver as coisas que passaram…

A vida chuta a face toda hora para que possamos vencer os obstáculos e sempre continuar a seguir…

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Continuo olhando para a janela chorona…

Vejo com olhos de criança o dia passar sem lápides. Vejo o sol entrando no quarto sem força cortante…

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A enfermidade motiva a poesia interna…

Ser acordado pelo pleno orvalho e pelas pétalas de vida invisível, desatando os laços unidos e fantasiados de um relacionamento vitalício…

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