Sempre o mesmo pensamento, as mesmas emoções, as reações adversas e a aflição crescente por uma nova oportunidade…
Dor engraçada que se aplica na poesia descarada. Uma frase curta para se dar a intensidade da rima. Do ritmo dessa canção que nem se entende…
Risos ecoando ao longe, após uma nevoa que trouxe mais questionamentos do que razão. Uma boa pitada de poesia intransponível feita de algodão…
Sua suavidade me assusta, a calmaria plena do olhar. O instante perdido inédito e a reprise dos momentos vividos pela vivência…
Ele se calou por um instante para contemplar o azul da primavera. Era a primeira vez do ano que o azul vencia o cinza de sempre…
Em horas de calor e álcool as promessas se intensificaram. Não eram apenas juras sacramentadas, era um início de amor…
Você me convidou com o olhar para me sentar ao seu lado e contemplar o infinito do seu quarto mundo…
Um doce momento, curto e vespertino. Como a brisa que acalma depois de um verão insano. Foi como aquele olhar perdido que não se sustenta por não acreditar mais…
Talvez nem imaginasse um som agudo vindo do canto da sala. Talvez não tivesse rascunho o capítulo seguinte de um enredo distante…