Category Poesia

Só é permitido o que for finito…

Em horas de calor e álcool as promessas se intensificaram. Não eram apenas juras sacramentadas, era um início de amor…

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Marca d’Água…

Você me convidou com o olhar para me sentar ao seu lado e contemplar o infinito do seu quarto mundo…

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Foi muito pouco. Foi quase nada…

Um doce momento, curto e vespertino. Como a brisa que acalma depois de um verão insano. Foi como aquele olhar perdido que não se sustenta por não acreditar mais…

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Um porque sem razão…

Talvez nem imaginasse um som agudo vindo do canto da sala. Talvez não tivesse rascunho o capítulo seguinte de um enredo distante…

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São os olhos que brilham…

Como começar uma lira sem a redondilha menor ao fim do próximo verso?

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O fragmento de uma poesia…

Eu sonhei com um azul tão profundo que poderia sentir sua respiração cada vez que ele sorria…

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Uma correspondência aberta…

Entre trapos e retalhos de uma vida, com fotos e imagens descritas tão limpas que pareciam o início de um outono…

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Tenho um caso perdido em mãos…

É um caso perdido de um coração que não bate mais. Um pedaço de história sem enredo que deixou um sonhador sem algo para contemplar…
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E a gente tende a pensar demais…

Toda vez uma nova onda de pensamento. Uma nova alegria ou uma melancolia manchada de prazer obscuro. Um fruto proibido que cresce onde menos queremos…
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