É da razão da chuva que se transforma o sabor do orvalho. Pequenas pétalas que pintamos os melhores cartões postais…
Alívio por um lado, angústia de outro. O pêndulo interminável das questões que povoam a mente…
São frases distintas perambulantes. São retratos de um passado presente. São marcas deixadas pelas curvas do rio…
Quis que minha partida fosse como a minha chegada. O clima totalmente diferente do costume e que até causa estranheza…
Sempre o mesmo pensamento, as mesmas emoções, as reações adversas e a aflição crescente por uma nova oportunidade…
Dor engraçada que se aplica na poesia descarada. Uma frase curta para se dar a intensidade da rima. Do ritmo dessa canção que nem se entende…
Risos ecoando ao longe, após uma nevoa que trouxe mais questionamentos do que razão. Uma boa pitada de poesia intransponível feita de algodão…
Sua suavidade me assusta, a calmaria plena do olhar. O instante perdido inédito e a reprise dos momentos vividos pela vivência…
Ele se calou por um instante para contemplar o azul da primavera. Era a primeira vez do ano que o azul vencia o cinza de sempre…