Category Poesia

De caules enrijecidos de desilusões…

Era uma rosa — mas não daquelas que se oferecem nos buquês chiques das grifes de estandarte. Era uma rosa espelhada, feita de reflexos partidos e vontades caladas…

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Quando o silêncio retoma a guia…

Não restou ninguém. Apenas o tilintar da memória arrastando correntes no chão molhado da minha mente…

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Quando encontramos o ponto certo…

Eu me sinto arrependido, acuado, insignificante e indiferente. Triste, amedrontado, envergonhado e prisioneiro…

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Por corda entendemos a força…

Ele continuaria a marcar horas a fio pelas décadas seguintes. Não se cansaria, e atrasaria menos do que o esperado…

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Quando o orvalho encontra o vespertino…

O orvalho parecia não ter pressa naquela manhã curvada, sacudindo-se e passando de borda a borda sem hesitar, permanecendo sem evaporar…

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Sentindo saudades de algo que não dá para explicar…

De longe, existe um silêncio canalizado de passos apressados. Em meus olhos, um menear de cabeça afirmando o propósito e os braços do rouxinol confirmando o perfume…

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De uma ideia de silêncio poderoso…

Há um conjunto perdido de significados, palavras e sons que nunca saberemos explicar…

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Eu aprendi tudo por você…

Eu aprendi a olhar, a andar e a sonhar. Aprendi a correr, a viver e a crer. Aprendi a sorrir, me divertir e a dormir…

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De um mar revolto de poesia em frases…

É como se suas garras fossem hipnotizantes, capazes de unir histórias mal contadas em contos de amor…

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