São as cores que provam o daltonismo, mas confundem os desavisados. São bichos peçonhentos enjaulados, dos quais curadores reclamam por seus presságios…

São os primeiros flocos de neve que caíram no meio da passarela. Os ditos populares pichados na porta da igreja para a festa da cidade. Um bilhete do tour barato que conta mentiras e se enrola nas datas dos acontecimentos. É como a promessa jogada no canto da escola, esperando o terreno fértil para virar angústia…

É uma brisa comum do Atlântico que salta para o Mediterrâneo, fazendo presença no altar dos sonhos. É uma nova ideia que aparece de repente, mas te joga para meses anteriores porque já está fora de moda. É o resultado de um jogo de azar milionário criado pela IA que quis te pregar uma peça maldosa. São os melhores planos para desfrutar das próximas férias, já canceladas pela alta dos preços e pelo infortúnio golpe de sorte…

É aquele orgulho de decorar nomes e momentos, mas esquecer o instante crucial. É ter uma agenda cheia de números para chamar, mas ninguém mais possuir telefone. É ter uma centena de convites, mas encontrar a festa vazia mesmo na hora dos parabéns. É redefinir derrota com aquela promessa que, enfim, brotou no canto da escola…