Tag memórias

De uma ideia de silêncio poderoso…

Há um conjunto perdido de significados, palavras e sons que nunca saberemos explicar…

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De quando a confusão tem o argumento…

A cidade se cobria de uma névoa espessa que tornava difícil até mesmo caminhar uma curta distância. Não era comum — na realidade, era a primeira vez que presenciava algo assim ali…

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Ressuscite-me, caso seja capaz…

Eu parti sem choro de volta. Parti despedaçado por estilingues infantis, por números desconhecidos e rabiscos de término…

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Eu aprendi tudo por você…

Eu aprendi a olhar, a andar e a sonhar. Aprendi a correr, a viver e a crer. Aprendi a sorrir, me divertir e a dormir…

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De um mar revolto de poesia em frases…

É como se suas garras fossem hipnotizantes, capazes de unir histórias mal contadas em contos de amor…

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Quando descobrimos que as promessas falham…

O relógio marcava 3h57 e ela mal havia deitado. A insônia era a sua única companhia desde que o verão se apagou em alguma memória…

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[Rua da Ladeira] – A velha simpática e bisbilhoteira…

Se falamos que cada rua tem um casal característico e um lobo solitário, obviamente vai ter aquela “velha” que passa boa parte do dia na varanda olhando tudo e tentando descobrir um pouco da vida de todo mundo…

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[Rua da Ladeira] – O louco solitário…

Talvez fosse melhor falar “O louco que de louco nada tem”, porque conhecemos muitos lobos solitários em nossa vida. Talvez na rua que você more, tenha um ou dois desse “exemplar”…

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[Rua da Ladeira] – O casal perfeito e frágil demais…

Eu tentei descentralizar os principais da Histórias da Rua da Ladeira, tornando cada parte única e independente, porque acreditava que cada um tem suas próprias ladeiras em vida. Porém, haviam duas pessoas que para mim eram o norte daquela trama, por sua dinâmica e tensões causadas na rua – Era o Casal.

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