Tag poema abstrato

Algumas letras juntas ignoram razões…

Está escondido na magia de correr, de mãos dadas, para não perder a partida atrasada…

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Um horizonte de luz…

Dor engraçada que se aplica na poesia descarada. Uma frase curta para se dar a intensidade da rima. Do ritmo dessa canção que nem se entende…

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Uma pergunta solta…

Toda dor é um sinônimo fraco para um antônimo forte. Toda dor é calculada, fria e onipresente. Ela está ali, sempre ali…

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Gotas de um jardim suspenso…

Risos ecoando ao longe, após uma nevoa que trouxe mais questionamentos do que razão. Uma boa pitada de poesia intransponível feita de algodão…

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Um risco de atividade…

Tinha um envelope na mão, cheio de ilusões e postado com um destino improvável. Improvável de vestimentas, de cheiros, de lugares ou de reviravoltas…

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O sereno da manhã quente…

Deste rabisco sem início surge uma nova epopeia. Das letras tensas e tremidas é composta uma nova canção…

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Uma estrada biográfica…

Guiando pela noite, batidas desconexas de algo não muito fechado. O som, que é sempre aleatório, brinca com suas lembranças novas…

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Fingindo que é nova por aqui…

Quis fugir e gritar uma agonia latente. Uma vontade de recomeçar que se perde nas entrelinhas da conversa…

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Só é permitido o que for finito…

Em horas de calor e álcool as promessas se intensificaram. Não eram apenas juras sacramentadas, era um início de amor…

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