Tag poesia abstrata

Uma metralhadora de ilusão…

Ela olhou para um pedaço de caminho desbotado. Quis juntar os cacos que foram deixados por ali…

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Tudo tem um preço…

É um monstro invisível que beira pelos cantos, no silêncio que se faz ouvir e no escuro que faz brilhar…

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O sufoco foi o início do sol…

Havia uma certa tensão no ar, era como se estudasse os passos e palavras para fazer sentido ali, soltas em uma ruela qualquer…

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Dois se beijam para um início…

Um colírio de promessas que se quebra com o vento de agora e leva um segundo mais que a conta da curva no canto qualquer…

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E ela não contou o que aconteceu…

A aflição foi o início da conversa entre eles. Uma súplica por parte dela e uma tranquilidade transparente por parte dele…

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Apenas defina um lugar…

Se a inspiração falta, o ar respira as notas na vitrine do saber… Se a conjugação é fraca, as diretrizes explicam e desenham uma incógnita…

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Lançados dados no orvalho da sorte…

Diga para a ela que eu estou bem, que meus olhos se cansaram de esperar na mesma janela, dias inteiros, o carro azul chegar para poder sorrir…

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Perturbação por inúmeras tentativas…

A insônia guia um tiro certo, guia um mar em respaldo a clareza da mente. Guia de forma sucinta a mente por entre vielas que já foram visitadas…

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Uma tarde que despejou o além…

Toxina que arde as propagações do frio externo. Ruído do atrito perdido da risada que machucou o inverso…

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