A mesma canção ecoa por baixo da porta fechada. A mesma melodia toma conta do quarto. Escuro, frio, caótico e que respira a mais profunda solidão…
Quis fugir e gritar uma agonia latente. Uma vontade de recomeçar que se perde nas entrelinhas da conversa…
O frio aprisiona. Faz lembrar um tempo de liberdade palpável, brinca com as não possibilidades, enquanto apenas te lembra de que você não pode sair…
Alertas perdidos na saída da cidade. Sirenes que silenciam pensamentos e sonhos. Palavras perdidas em um muro quebrado por derrotas impensáveis…
É um caso perdido de um coração que não bate mais. Um pedaço de história sem enredo que deixou um sonhador sem algo para contemplar…
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Não busque pela minha foto manchada de incertezas e frases prontas. Não queira se guiar por um sorriso tão desfigurado e sem nome…
É escuro, frio, implacável e solitário. É pequeno, úmido, triste e distinto. É morte, o fim, a prova final e o longo adeus…