Com um véu seco, impermeável que dança ao vento noturno…

As alças não se estendem mais como deveriam. Noturnos bailam em um redemoinho de cantorias leves e complexas… Eu poderia criar imagens de encontros ditados, mas o previsível nunca repete seus atos. Traz consigo a brandura do antes, as alegorias do nunca e a resposta do sempre… Ele cria um caminho desenhando outro e conta finais de histórias que não foram escritas. Proclama números que são incontáveis…

Sim!

Ele transforma um verde na pose infantil da fotografia, no lugar que se perde nas lembranças vividas. Peca o espírito, chora a tríade importante, testa seus órgãos em um contato completamente compreensível. Pede a uma criança que o descreva, pois quer saber como se pinta para o mundo. Na inocência do amanhã, a criança dobra o papel e berra saltitante e incrédula ‘A folha em branco é muito para sua poesia!’