Se este texto tivesse um som, seria vazio. Um som sem nada. Um som de silêncio. Um som de falta.
Para ele, a partida dela não foi um adeus; foi uma demolição controlada onde apenas ele estava dentro do edifício…
Era uma carta aberta manuscrita com um tom melancólico, mas guardando uma emoção característica de quem realmente amava intensamente…
Ela se esforçou para sorrir, mas quase não conseguiu. Não havia cinco minutos que estava desabada em um choro devastador…
Como podemos ser algo valioso, se nem sequer temos certeza do que significa ser uma pessoa valiosa?
A avalanche se aproximava, mas ignorávamos os sinais e seus alertas sonoros. Era como se estivéssemos surfando em um desespero de liberdade…
A faca foi afiada demais e o corte trouxe uma erupção de sangue que não estava prevista no roteiro daquela tarde…
Eu sou o maior culpado do tempo não passar mais. Sou o culpado da inércia em que se transformaram meus dias e meus gritos abafados…
Doce gíria regional que se perde no global de um mundo particular…