Category Poesia

E cantei em peito aberto a lira do amor…

E era madrugada limpa e deriva…

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E foi infinito até acabar…

As rimas e construções poetizadas me lembravam tanto teu olhar, tanto tua leveza…

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Sem ônus ou refugos de orvalho sereno…

As peles deixaram marcas no corpo virgem de aprendizado, sereno pela brandura, porém perverso pelo olhar…

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Da inocência de sempre em verdade…

A placa dizia para tomar os cuidados extras antes de iniciar o desenho deste novo normal…

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Um refrão que acaba sem esperar…

Construímos nossas lembranças nas canções que acabavam cedo demais…

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Evitava as coisas de todo mundo…

Enquanto todos se amontoavam para fazer valer a foto do fim de tarde, ele já estava indo dormir para sonhar com algo melhor…

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Caindo na linha…

Diga-me o que acontece se te deixar por aqui…

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Sua primeira mentira…

Parece inocente, mas tudo começa com uma mentira pequena que leva à outras proporções onde tudo se perde… Leia Mais

Havia sempre uma angústia quando se ia…

Ela sorria sem jeito, como se estivesse brava, mas era seu jeito de não transparecer nenhum sentimento por aquele momento…

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