Category Poesia

Como fazer lembrar o indefinido…

A dúvida pairou pelo ar gélido da manhã desconhecida. Era como se fosse um convite sem defesa…

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E assim nunca me acostumei…

De repente é rápido demais. De repente nada acontece. As horas voam como um avião e de repente tudo estaciona para sempre.

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Uma congelante ideia perdida…

Era novembro e a brisa gelada se apoderou das suas entranhas poéticas…

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E há beleza no nublado…

É fácil encontrar aqueles que sonham com a beleza de um céu límpido e recheado de paz. Mas ainda acredito na beleza das nuvens carregadas…

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Poetizei e esperei demais…

Eu ainda esperava que o interfone fosse tocar e sua voz mandasse abrir todas as portas por aqui…

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É por isso que eu ainda estou aqui…

Nessa mesma data no passado tudo era tão diferente. Era um outro tempo que a normalidade feliz ecoava em outras paredes…

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Uma aposta que se perdeu…

Um recado deixado na caixa postal da vizinha fez aparecer uma nova luz de esperança por aqui…

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Um desenho utópico…

Ela fez a assinatura na sua obra e a deixou ao sabor do vento. Dizia sempre que não criava nada para si e deixava o destino decidir…

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Cacos de um copo na rua de pedra…

Cacos são fragmentos de sonhos que foram construídos pelo trabalho e destruído pela manipulação…

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