A bolsa no sofá, o café em um ponto qualquer, a saudação enrolada e um sorriso com brilho de um sol que não se acostuma…
A mochila leve, o balanço dos passos apressados, o cheiro do chá fumegante, a rua em silêncio. A faca quebrada, a angústia de ser preso, o trânsito diferente e uma conversa atrelada ao momento. O horário de sempre, a preguiça de antes, a esperança do medo, a falha do presente.
As memórias instáveis, o som amigo, os desafios de antes, o preço do amanhã e a fina linha do agora sumindo para a próxima. A palavra vira passado, o futuro é algo vago: uma promessa quebrada, um diário jogado. O tempo esquenta, as nuvens aumentam e a chuva volta a encantar. A cidade dorme sem esperança novamente…
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