Author Matheus Monteiro

Como consigo inspiração no cotidiano…

Meus textos mudam de tempos em tempos – seja pelo estilo ou até pelo cenário. É como um ciclo, mas nunca uma repetição…

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Não apenas de uma parte se faz uma música…

A distorção que uniu os corpos separou os desejos e a racionalidade. O refrão chegou forte e encantou, mas os lábios permaneciam separados…

Eu queria o seu grito mais profundo e sincero, mas não posso me responsabilizar pelo resultado de toda a confusão criada. Talvez a gente pule junto, você puxe meu cabelo e eu segure sua cintura com força, em um beijo que será de virada de página. Seria um convite, mas o desejo é recíproco? Os lábios continuam separados…

Eu começo a enlouquecer e sou obrigado a seguir o ritmo da multidão, para que ela me leve mais perto. Tento engrandecer o momento, fazê-lo soar mais real. Caio e levanto, me esmago por entre os acordes, mas ainda não é o suficiente. Tento sorrir, mas os lábios continuam separados…

Então você me encontra no meio, me segura e sorri para mim. O mundo gira de novo e você me lembra do caos existente: as cartas não enviadas, as fotografias espalhadas, as malas prontas, as garrafas quebradas, o desânimo e a realidade…

Você me beija e sussurra ao mesmo tempo: O fim é sempre o fim.

O poder de uma noite estrelada…

Era uma estranha madrugada estrelada. Os pontos brilhantes no céu iluminavam mais do que se podia notar naquela cidade…

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Me informe o caminho a narrar…

Existem os tipos a serem cumpridos, os que rezam para ser traçados e os que clamam por notoriedade…

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O frio da primavera fez sua última vítima…

Era uma manhã fria de primavera. O vento gelado o acordou e fitou a penumbra do quarto, que ganhava as cores do dia que começava a surgir e o atropelava com seus pontos cruciais…

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E completei 9 anos fora…

Completo meu nono ano fora do Brasil e comemoro meus cinco anos vivendo em Barcelona…

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Da nostalgia e ensinamentos da rua…

Caminhar pelas ruas de tantas histórias e lembranças não ajuda, pois são como uma máquina do tempo que me leva para anos atrás.

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Às vezes penso que caçam esta casa…

Eu te ouvi falar que não se sentia bem, mas que ia melhorar quando o sol saísse para dançar contigo…

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Um manifesto solto do meu túmulo…

Ouvi negações antes das afirmações que trazia comigo, mas deixei passar porque as buzinas de protestos pediram passagem antes de qualquer objeção…

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